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Paula Alho: Transparência no comércio dos cavalos

Dando início a um mês especial, com episódios somente com mulheres que atuam no meio hípico, conversamos com a comerciante Paula Alho Junqueira. Filha de instrutora de equitação, ela monta desde criança, já foi amazona profissional e atualmente trabalha como comerciante de cavalos. 


Sobre o mercado aquecido e com cavalos muito caros, ela comenta que os custos são altos e que está há muita procura, mas que "os cavalos com preço astronômico não tem suas vendas realizadas". 


Defensora dos leilões, mas também da venda direta, ela diz que o principal é agir com transparência sobre os pontos positivos, mas também dificuldades de cada animal. "Eu prefiro deixar de vender, do que vender um cavalo errado. Se eu vendo um cavalo que dá errado com a pessoa, a gente dá um jeito de arrumar ou conseguir outro animal. Eu não quero fazer uma venda, quero um cliente fiel e que confie em mim para comprar seus cavalos", conta. 


Quando decidiu parar de montar profissionalmente, passou por um momento difícil na vida pessoal e esportiva: as críticas por voltar a saltar como amadora.


"Eu sofri muito quando as pessoas que eram minhas amigas, que sabiam do meu dia a dia, fizeram parte do grupo que falava mal por eu saltar como amadora" - Paula Alho 


Clique aqui e confira toda a nossa conversa, que além de todos esses temas, também trouxe um pouco da trajetória, carreira, boas memórias e conselhos que a Paula deixou para quem está começando no esporte. 

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